Mulheres que têm alergia ao sêmen do parceiro. O que fazer?

Olá, meninas! A alergia ao sêmen não ocorre com tanta frequência, mas entre 3 e 5% das mulheres apresentam o problema. Não há muitos estudos sobre o tema, porém sabe-se, que a reação alérgica acontece devido à proteína do sêmen conhecida como PSA.

Essa condição é bastante difícil de identificar, isso porque, os sintomas podem ser confundidos com infecções por fungos como a candidíase. Fique atenta se, após as relações sexuais (sem preservativo) apresentar: sensação de coceira e ardor na vagina, corrimento e a região vaginal inchada e vermelha.

Outro sinal (significativo para as mulheres que sonham com a maternidade) é a dificuldade para engravidar. O corpo entende que o espermatozoide é um agressor e cria anticorpos para eliminá-lo, o que impossibilita a fecundação do óvulo.

Usar a camisinha é uma maneira eficaz de evitar os incômodos da alergia e ainda previne contra as doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, se o seu objetivo é engravidar, saiba que há tratamento e alternativas para atingir esta meta.

Então, o que fazer? Uma vez diagnosticada a alergia, é possível desenvolver uma vacina a partir do espermatozoide do parceiro. O tratamento dura três meses. E se o procedimento não der resultado, o casal deve pensar em buscar outros métodos de concepção, por exemplo, inseminação artificial ou fertilização in vitro.

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