Miomas: Saiba o que é e como tratá-los

Olá, meninas! O post de hoje é sobre um problema que acomete muitas mulheres em idade reprodutiva: os miomas.  No texto a seguir, eu explico o que são, como se forma e sobre a sua forma de tratamento. Confira!

                Os miomas são pequenos tumores benignos que se formam no útero durante a idade fértil de algumas mulheres. São provenientes da produção desregulada de células do miométrio, e podem se alojar em toda essa região.

                Estudos apontam que cerca de 50% das mulheres entre 30 e 50 anos podem desenvolver essa patologia e que as chances de um Mioma se transformar em algum tipo de câncer são muito pequenas.

                A questão mais importante em relação ao tumor é o seu tamanho e localização. Isso porque esse tipo de nódulo apresenta um padrão de crescimento muito variável, o que significa que alguns tumores podem demorar anos para se desenvolver, enquanto outros tendem a se expandir rapidamente e, ao mesmo tempo, pequenos tumores (dependendo a localização) podem provocar hemorragias.

                As causas da formação desse problema não estão totalmente estabelecidas, mas sabe-se que existe uma questão hereditária e/ou  alteração hormonal e a formação dos miomas. A alteração do estrogênio pode ser um fator importante para o crescimento das fibras do miométrio que levam à doença.

Tipos (localização) e sintomas

- Mioma  submucoso: por causar irregularidade de endométrio, leva a hemorragias e cólicas além de infertilidade.
- Mioma mural: dependendo do tamanho pode ocasionar hemorragias e/ou cólicas.  
- Mioma Subseroso: geralmente não causa hemorragia, porém pode ocasionar dor dependendo do tamanho e compressão em outros órgãos.
Tratamento

O melhor tratamento para essa patologia dependerá do tamanho, do local do nódulo e dos sintomas da paciente. Se não apresentar nenhum sintoma e tiver um tumor muito pequeno, é aconselhável apenas acompanhamento médico.

 Já os miomas maiores ou acompanhados de sintomas podem ser tratados com medicamentos, com a inibição da menstruação, ou até mesmo de forma cirúrgica (via histeroscópica ou laparoscópica). Cabe ao ginecologista e à paciente decidirem juntos qual é o tratamento mais indicado.Se possuir algum dos sintomas citados acima, procure um ginecologista de confiança. Cuide-se e até a próxima.

 

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