Você conhece mesmo a pílula do dia seguinte?

Sabemos que nenhum método contraceptivo é 100% seguro, tanto é que, mesmo se todas as mulheres do mundo usassem corretamente os meios, cerca de seis milhões de gestações ocorreriam mesmo assim, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Muitas pessoas não estão usando preservativos, o que indicia o aumento de doenças sexualmente transmissíveis, e até gravidez – muitas vezes indesejada. Por isso, mulheres recorrem à famosa pílula do dia seguinte  ou PDS - ainda mais porque a venda pode ser feita sem prescrição médica.

Bomba de hormônios?

A alta dose deste tipo de pílula pode ter como consequências para a mulher: irregularidade do ciclo menstrual, vômitos, vertigem, cefaleia, dor nas mamas, acne, inchaço, entre outros.

É válido usar a pílula mesmo assim?

A pílula do dia seguinte deve ser vista como uma conquista das mulheres, pois é essencial ter acesso a um método de emergência. Utilizar a PDS corretamente não traz nenhum risco à mulher, mas utilizá-la no dia-a-dia pode gerar alguns perigos. A pílula deve ser usada somente em situações de relação sexual desprotegida próxima do período fértil, ruptura do preservativo, estupro ou relação sexual sem nenhum tipo de contraceptivo.

Período correto

Pelas mulheres, ela é mais conhecida como “pílula do dia seguinte”, mas entre os especialistas ela é vista como “pílula de emergência”. Com isso, deve-se ter plena ciência de que ela deve ser utilizada somente em casos de urgência. O ideal é tomá-la somente uma vez por ano, porque ela apresenta menos segurança do que a pílula tradicional e ingeri-la com certa frequência acaba diminuindo a sua eficácia gerando risco de gravidez além de irregularidade do ciclo menstrual. 
 

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