A pré-eclâmpsia pode causar riscos para a mãe e para o bebê

O problema começa com uma dor de cabeça, visão turva, dores de estômago associado a inchaço. Sua incidência varia de 2 a 8% das gestações, encontrando-se entre as principais causas de morte materna.
A patologia se caracteriza por um aumento da pressão arterial, que ocorre geralmente após a vigésima semana de gestação, associada a presença de proteínas na urina.
Se diagnosticada tardiamente, a doença pode diminuir o fluxo de sangue na placenta e atrapalhar o crescimento e desenvolvimento saudável do bebê; causar danos em outros órgãos da paciente, como o fígado, e até mesmo evoluir para a eclâmpsia – aumento da pressão arterial associado a convulsões. O tratamento é feito com o acompanhamento da pressão arterial e uso de medicamentos para controle da hipertensão.
Em alguns casos, o parto passa a ser a única solução para o problema. É por isso que pacientes com pré–eclâmpsia estão mais suscetíveis à parto prematuro. Geralmente, o problema desaparece algumas semanas após o parto.
Caso apresente dores de cabeça, visão turva, dores de estômago e inchaços procure um serviço de urgência e comunique o seu obstetra!


 

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